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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Cinco motivos por que não voto mais em Confúcio Moura

No ano de 2010 foi uma correria. Muitos, assim como eu, queríamos mudança para Rondônia. Queríamos alguém que se preocupasse com a educação, a cultura, a saúde e, com isso tudo, imprimisse uma nova cara ao Estado de Rondônia. Foi uma grande decepção. Confúcio Moura conseguiu decepcionar a todos que acreditavam nele e abraçaram a sua campanha por idealismo. A ocasião pede um texto pequeno, por isso serei breve. Dentre tantas mazelas, vou destacar somente as que considero mais importantes e que me gritam aos ouvidos: “NÃO VOTE EM CONFÚCIO!”

1 – Confúcio se diz intelectual, mas colocou um leigo na Secretaria de Educação, apenas para realizar os desmandos que ele pretendia, humilhando especialistas, mestres e doutores do quadro da Seduc. Firmou convênios com uma empresa de segurança e com o SAERO, gastando milhões de forma, no mínimo, suspeita – e que nenhum benefício trouxe à educação de Rondônia;

2 – Confúcio se diz culto, mas conseguiu acabar com a Secretaria de Cultura do Estado e com os principais eventos culturais, partes importantes da identidade desse povo amazônico – o Duelo da Fronteira (boi bumba), de Guajará, e a Flor do Maracujá, em Porto Velho – dentre outros;

3 – Confúcio é médico, mas deu calote nos hospitais e UTIs do interior, deixando de repassar convênios ou repassando com atrasos de até 8 meses, causando problemas no atendimento e prejudicando pessoas inocentes. A saúde pública de Rondônia continua de mal a pior com um médico no governo;

4 – Confúcio se diz gestor, mas pegou R$ 01 bi emprestado para fazer asfalto e politicagem para tentar garantir sua reeleição, endividando o Estado.

5 - Confúcio se diz homem sério, mas mentiu em sua campanha de 2010, prometendo 1400 indústrias, uma rodovia estadual que cortasse o Estado de Cabixi até a saída para o Acre, descentralizar a saúde com o reforço aos municípios, dentre tantas outras que ele não cumpriu.

Eu poderia enumerar pelo menos outras cinco razões, mas me atenho a essas, as quais considero mais importantes. Confúcio está desesperado na campanha e com medo de perder a eleição. Por isso está prometendo “mundos e fundos” para quem queira se aliar a ele. Eu quero finalizar com um conselho a você liderança e eleitor: Confúcio não cumpre promessa, Não valoriza aliados, Despreza “neófitos” ou desapadrinhados! Acreditar em Confúcio é acreditar em miragem.

Dejanir Haverroth
Jornalista MTE 1021/RO 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Anatomia Política – setembro de 2014

Começou - Foi dada a largada da Reta final – Nunca se viu uma campanha para governo de Rondônia tão apática. Durante o primeiro mês os candidatos aguardavam o posicionamento do TRE a respeito do candidato do PSDB, Expedito Junior. Segundo alguns juristas ele não conseguiria o registro. No segundo mês, com as candidaturas definidas, os candidatos aceleraram o passo em busca do voto. Resta pouco menos de um mês para as eleições em primeiro turno e a campanha continua devagar.
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Entraves - Alguns fatores podem ter contribuído para que a disputa ao governo permaneça calma: o principal é a falta de recursos de alguns candidatos – pelo visto os doadores de dinheiro para a campanha ainda não decidiram para quem doar. Este é um sinal claro de que as eleições ainda estão indefinidas. Ninguém quer investir errado.
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Intolerância I – O segundo fator é a falta de paciência de eleitor. O povo não aguenta mais ouvir falar em política. Foram tantas as decepções nos últimos anos que não se confia em mais ninguém. Nem mesmo quem gosta de política está animado. O político que quiser se dar bem terá que repensar as estratégias e fazer diferente de tudo o que se conhece em Rondônia.
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Intolerância II – Está difícil até para os profissionais que trabalham em campo, fazendo pesquisas. Alguns já receberam ameaça de agressão de eleitores revoltados. Esse quadro é agravado em Porto Velho, onde o índice de rejeição dos candidatos é maior que nas cidades do interior.
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Principado - Aqui está parecendo uma das províncias italianas do século 14 descritas no livro “O Príncipe” de Maquiavel. Os grupos que disputam o poder se parecem ainda mais com os “príncipes” da época. Famílias reivindicam para si o poder. É só observar os sobrenomes e veremos que isso é verdade. Sou contra hereditariedade na política.
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Heranças? – Será que o povo continua besta de acreditar em “sangue azul”? Essas pessoas têm mesmo direito de herdar o poder? Terão direito, sem dúvida, se for validado com o voto. Se o povo quer, aclama, ninguém impede. Nas eleições vale o ditado: “A voz do povo é a voz de Deus”
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Suborno – O assédio aos institutos de pesquisa bate recorde nessa reta final. Se todos os contatos fossem de candidatos em busca de números e contratasse serviço, seria muito bom. Mas a maioria oferece dinheiro para fraudar dados. De cada 10 que nos procuram, oito tentam subornar. Tem muito pesquisador enchendo os picuás de grana. Isso é lamentável. Quem é infiel no pouco, será infiel no muito.
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Pesquisa de deputado – O IRPE e a Revista Enquete não mais divulgarão números totais para Deputados Federais e Estaduais neste ano. Os dados serão apresentados por região. Também não divulgará dados de Porto Velho de candidatos proporcionais. A capital é “terra de ninguém”. Todos os candidatos têm votos por lá, e são 500. É quase impossível acertar uma pesquisa para deputado com tantos nomes.
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Embolados I – Outra previsão que também consome nossos neurônios é a corrida ao Senado. Os candidatos estão empatados tecnicamente. Considerando a margem de erro, qualquer um dos três pode ser o eleito. Cada um deles tem suas armas: Acir tem a máquina e muito dinheiro; Moreira tem o Expedito a tiracolo; Ivone tem o Cassol...
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Embolados II – Uma das vagas para o segundo turno também está em aberto. Confucio, Padre Ton e Jaqueline disputam palmo a palmo a chance de disputar com Expedito no segundo turno. Se considerarmos o poder financeiro e da máquina, Confucio e Jaqueline levam larga vantagem. Mas o Padre Ton tem a menor rejeição dentre os três, e o maior exército de voluntários. É esperar pra ver. 
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Na defensiva - Me perguntam todos os dias por que eu não escrevo mais sobre política. Sigo um conselho d”A Arte da Guerra”: “a vulnerabilidade se revela no ataque, a invencibilidade na defesa”. Quanto mais falamos mais nos comprometemos. Estamos limitando a ensinar e usar os dados em nosso trabalho.
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IHPEC - No próximo ano estaremos empenhados no ensino da arte da política e das ferramentas de comunicação, agregado ao Coaching e à PNL. O Instituto Haverroth dará curso e treinamento em Assessoria de Comunicação e Marqueting Político em todo o Estado, e manterá uma escola em Ji-Paraná. Já começamos com palestras e treinamentos neste ano, e está sendo um sucesso!

Dejanir Haverroth - jornalista, Bacharel em Comunicação Social,  Especialista em Ciências Políticas Especialista em Assessoria de Comunicação e practitioner em Programação Neuro Linguística, com certificação internacional.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Revista Enquete divulga números da corrida para Governo em Rondônia

Pesquisa divulgada pela revista Enquete mostra disputa acirrada pelo Governo de Rondônia. De acordo com a sondagem feita pelo Instituto Rondoniense de Pesquisa e Estatística (IRPE), Expedito Junior (PSDB) lidera com 31,4%, seguido por Confúcio Moura (PMDB) 21,8%, em terceiro Padre Ton (PT) com 17,5%, em quarto Jaqueline Cassol (PR) com 16,2%, e Pimenta de Rondônia pontuou 2,8%. Outros 10,3% não souberam responder.
A novidade desta pesquisa em relação às outras realizadas pela mesma empresa, é o crescimento do candidato do PT, Padre Ton, que assumiu o terceiro lugar. Essa diferença, segundo o IRPE, é resultado do índice da capital em relação ao interior. Em Porto Velho Jaqueline Cassol tem apenas 12% das intenções de voto, enquanto Ton pontua 19,7%.
Confúcio Moura lidera no Vale do Jamari e tem expressiva votação em Ji-Paraná, o segundo maior colégio eleitoral do Estado. Expedito lidera na maioria dos municípios. Para o Senado, Ivone Cassol (PP) lidera com 26,2%, seguida por Moreira Mendes (PSD) com 24,3%, com  Acir Gurgacz (PDT) em terceiro lugar, com 23,7%. Aloisio Vidal (PSOL) pontuou 6%.

A pesquisa foi registrada no dia 01/09, sob o protocolo número RO-00030/2014, e realizada nos dias 04, 05 e 06/09. Foram ouvidos 1890 eleitores em 17 municípios de todas as regiões do Estado, através de amostragem sistemática e estratificada com aplicação de formulário em entrevista direta, in loco. O intervalo de confiança 95%, margem de erro 2%. A pesquisa foi feita por conta própria para fins de publicação na revista Enquete.


Governo
Total
Expedito
31,4
Confúcio Moura
21,8
Padre Ton
17,5
Jaqueline Cassol
16,2
Pimenta de Rondônia
2,8
Não soube responder
10,3
100,0


Governo
Porto Velho
Expedito
32,7
Confúcio Moura
22,4
Padre Ton
19,7
Jaqueline Cassol
12,1
Pimenta de Rondônia
4,0
Não soube responder
9,0
100,0

Senado
Total
Ivone Cassol
26,2
Moreira Mendes
24,3
Acir Gurgacz
23,7
Aloísio Vidal
6,0
Não soube responder
19,8
100,0

domingo, 27 de julho de 2014

Revista Enquete no Folha do Sul

Pesquisa mostra disputas emboladas pelo Senado e o Governo de Rondônia

Sondagem ouviu eleitores em 52 municípios

A revista Enquete, editada pelo jornalista vilhenense Dejanir Haverroth, traz pesquisa de intenção de votos para todos os cargos em disputa este ano, com exceção da Presidência da República.
A publicação, que está circulando em todo o Estado, mostra números atualizados na corrida pelo Governo e Senado, além de revelar os percentuais atingidos por postulantes a vagas na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa.
A sondagem foi feita pela empresa Comunicare Organizações Ltda ME (IRPE – Instituto Rondoniense de Pesquisa e Estatística) entre os dias 15 e 20 de julho, quando 2.845 eleitores foram ouvidos em 52 municípios. O número de protocolo da pesquisa, registrada na Justiça Eleitoral é RO-00020/2014. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos.
Na briga pelo Senado, existe um empate técnico entre três candidatos: Moreira Mendes, do PSD, aparece com 28,8%; Ivone Cassol (PP) tem 27,6% e Acir Gugacz (PDT), que concorre à reeleição, está com 27%. Depois vem o pastor Aluízio Vidal (PSOL), com 1,3% e Walter (DEM), com 0,6%. Não souberam responder são 14,7%.
A disputa pelo Governo também é acirrada e apresenta os seguintes números: Expedito Júnior (PSDB) tem 24,5%; Confúcio Moura (PMDB), atual governador, concorrendo à reeleição, atinge 22%, Jaqueline Cassol (PR) chega a 20%, Padre Ton (PT) fica com 17,5% e Pimenta de Rondônia (PSOL) conquista 1,5%. Não souberam responder são 14,5%.

Clique no link abaixo e veja, no site da revista Enquete, os números para deputado estadual e federal.





Fonte: Revista Enquete
Postado por: Dimas Ferreira
Autor: Da redação
Créditos de Fotos: Reprodução

sábado, 26 de julho de 2014

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Faz parte da profissão e nós estamos prontos para ônus e bônus

Revista de vilhenense é multada em R$ 10 mil por reportagem sobre deputada

Marinha Raupp acabou absolvida no TREon facebook
Denunciada pela Procuradoria Regional Eleitoral junto ao TRE, a revista Enquete, editada pelo jornalista vilhenense Dejanir Haverroth, foi multada em R$ 10 mil por suposta propaganda antecipada da deputada Marinha Raupp (PMDB), que disputa a reeleição este ano.
A reportagem que rendeu a condenação à publicação vilhenense traz como título, referindo-se à peemedebista, a frase “a mulher mais influente de Rondônia”.
Das 16 representações contra candidatos e veículos de comunicação (incluindo este site), apenas a que havia sido proposta contra a Enquete foi julgada. Ao assumir que veiculou o material por conta própria, a revista acabou isentando a deputada, que foi absolvida pelo TRE.
Em contato com o FOLHA DO SUL ON LINE Dejanir disse que irá recorrer da decisão junto ao TSE, pois o material publicado é jornalístico e não publicitário. “A Marinha, segundo as pesquisas registradas, publicadas em todo o Estado vai ser bem votada e não precisaria disso”, argumenta Haverroth.
Saiba mais:

Dezesseis representações já foram protocoladas no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia contra candidatos majoritários e proporcionais na eleição 2014 no Estado e empresas de comunicação por propaganda eleitoral antecipada (extemporânea), a maioria através da rede social (Facebook).
Dentre os representados estão os candidatos Expedito Junior (PSDB), a deputada estadual Glaucione Neri (PSDC), o candidato ao governo Padre Ton (PT) e o candidato a deputado federal Marcos Rogério (PDT). Também foram denunciados o médico Amado Rahhal e o deputado Cláudio Carvalho (PT).


Fonte: FS
Postado por: Dimas Ferreira
Autor: Da redação
Créditos de Fotos: Reprodução

domingo, 1 de junho de 2014

Terceira posição – sob o olhar de quem só observa

"Coluna publicada simultaneamente no vilhetaço e na Revista Enquete"

Introdução:
Eleições 2014 - PT pode cair em armadilha montada pelo PMDB de Rondônia ... Julio Olivar e Confúcio – uma “paixão” bem explicável.

Padre Ton (PT) e Confucio (PMDB) - Foto News Rondonia
Não tenho nenhuma dúvida: o PT de Rondônia está prestes a cair em uma terrível armadilha de Confucio Moura (PMDB). A isca é uma “generosa” oferta da vaga de vice e outras possibilidades, como Secretarias e apoio às prefeituras do PT no Estado. Vejam como a armadilha está armada. O que escrevo a seguir é de fontes seguras e muita análises de estratégia.  
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1º golpe: a farsa – Vamos começar pelos boatos espalhados pelo PMDB no Estado. Segundo o discurso programado dos principais líderes do PMDB em Rondônia, Padre Ton do PT será candidato a vice de Confucio, porque assim se definiu na cúpula dos dois partidos em Brasília. Isso (por enquanto) é uma mentira e tem como objetivo afastar os partidos que poderiam se aliar ao PT nessas eleições. O PT sozinho ou com poucos aliados fica vulnerável e pode ceder mais fácil às pressões.
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2º golpe: convenções antecipadas – O PMDB marcou suas convenções para o início do mês de junho (05), portanto 30 dias antes do prazo limite dos registros das candidaturas e das coligações no TRE. A pressão para o PT declinar candidatura própria vai se intensificar até o dia 05/06, sob fortes chantagens e boicotes. Até aí tudo bem. O pior vem depois, caso o PT tenha que se submeter ao PMDB: NUNHUM ACORDO SERÁ CUMPRIDO. Nem a vaga de vice.
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3º golpe: o descrédito – Quem disse que o PMDB vai dar a vaga de vice ao PT em Rondônia? Nem a pau, Juvenal! A vaga de vice na chapa de Confúcio é de Julio Olivar (PSB). Podem escrever o que eu digo. Após as convenções, dia 05/06, muita coisa pode acontecer até o registro da ata no TRE. Inclusive a mudança de tudo o que foi definido. Se o PT declinar, cai no descrédito e, mesmo que volte atrás, não terá credibilidade para sustentar uma candidatura própria. 
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Por que Julio Olivar (1)? A “paixão” de Confucio Moura por Julio Olivar transcende a lógica. Confúcio nunca teve pulso, é sugestionável e volúvel. Por outro lado Julio é “obediente” quando lhe convém. Embora nos bastidores ele fale mal de Confúcio, chama-o de frouxo, na frente do “homi” ele é cordeirinho e subserviente. Em todos os cargos que ocupou nesse governo ele se sujeitou a fazer o “serviço sujo”. Para se ter uma ideia, Julio não consegue comprovar o Ensino Médio e ocupou três cargos importantes nesse governo. Em Março/14, com seu afastamento, quem assumiu a chefia da SETUR foi seu motorista. É mole?
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Por que Julio Olivar (2)? - Na SEDUC Julio Olivar assinou dois contratos milionários e muito questionáveis, quando foi secretário: 57 milhões/ano com Expedito Junior, contratou o SAERO com uma empresa de Minas Gerais para fazer uma tal de “avaliação do ensino em Rondônia”. (Trarei detalhes e valores na próxima coluna); na SECOM contratou uma pesquisa para avaliar a mídia por R$ 600 mil - valor superfaturado em 2.000% (dois mil por cento). Ainda podem ser citadas ações suspeitas na SETUR, como a reforma do museu de Guajará Mirim e outras coisas.
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Por que Julio Olivar (3)? – Pessoas ligadas ao PSB negam que Julio tenha forças para ser o candidato a vice de Confúcio. Sabem de nada, inocentes! As duas principais forças do PSB são os prefeitos de Porto Velho e de Ji-Paraná, as duas principais cidades de Estado. Nazif está mal em Porto Velho, depende muito do governo e vai fazer o que ele quer. Jesualdo, em Ji-Paraná, não tem um nome para defender e nem tanta força no partido. Vai fazer o que ficar decidido com a cúpula ligada ao Nazif. Enfim, farão o que Confúcio quer. E ele quer Julio para poder manobrar como fantoche.
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Traremos, na próxima semana, uma matéria especial sobre as ações suspeita de Julio Olivar no governo de Confúcio Moura.  


segunda-feira, 19 de maio de 2014

RONDÔNIA PODERÁ SER GOVERNADA POR UM PADRE

Nome Do Deputado Padre Ton surpreende e cresce nas intenções de voto para governador, no estado mais evangélico do país.

Pesquisa exclusiva revela intenção de votos dos eleitores de Rondônia para os cargos de Governador, Senador, Deputados Federais e estaduais.

PADRE TON CRESCE E AMEAÇA POLÍTICOS TRADICIONAIS

Com a incerteza de Expedito Júnior e a rejeição de Confúcio Moura, crescimento de Padre Ton surpreende no Estado mais evangélico do país

Não é novidade para ninguém que Rondônia é o estado brasileiro com o maior índice de evangélicos. Para cada 100 habitantes, pelo menos 34 declaram professar esta religião, de acordo com o IBGE.
É neste cenário que surge o nome de um padre católico como pré-candidato a governador: o deputado federal Padre Ton, novo presidente do Partido dos Trabalhadores de Rondônia. Pesquisa feita pelo IRPE revela que, embora ainda desconhecido do grande público, o nome do parlamentar figura entre os primeiros colocados na corrida ao Palácio Getúlio Vargas.

Em uma das configurações, se as eleições fossem hoje, Padre Ton ficaria em segundo lugar com 20,4% dos votos, logo atrás do atual governador Confúcio Moura (PMDB), que teria 29,3%. Em terceiro ficaria o deputado estadual Neudi Carlos (PSDC), com 8,3% e em quarto lugar, o engenheiro florestal Beto Cantanhede, com 3,5% dos votos. Um total de 38,5% dos entrevistados não respondeu em quem votaria (veja tabela e gráfico 01).
Quadro 01
Total
Expedito Junior
30,7
Confucio Moura
24,0
Padre Ton
15,2
Maurão de Carvalho
6,2
Beto Catanhede
2,0
Não Respondeu
21,9
100,0


Numa outra projeção, acrescentando-se o nome do ex-senador Expedito Júnior (PSDB), Padre Ton ficaria em terceiro lugar com 15,2% dos votos. Confúcio ficaria em segundo, com 24% e Expedito em primeiro, com 30,7% dos votos. O deputado estadual Maurão de Carvalho (PP) ficaria em quarto lugar (6,2%) e Beto Cantanhede terminaria em quinto, com apenas 2% dos votos. Neste cenário, 21,9% dos entrevistados não disseram em quem votariam (veja tabela e gráfico 02).

Quadro 02
Total

Confucio Moura
29,3
Padre Ton
20,4
Neodi Carlos
8,3
Beto Catanhede
3,5
Não Respondeu
38,5
100,0

 
(As duas projeções fazem parte da mesma pesquisa, realizada entre os dias 05 a 12 de maio de 2014, em 52 municípios do Estado. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número RO-00010/2014. A margem de erro é de 2 ponto e o intervalo de confiança 95%. Veja mais detalhes na pagina 04 desta edição da Revista Enquete)

O registro da candidatura de Expedito Júnior gera incertezas, devido à instabilidade causada pela cassação de seus direitos políticos. Também conta a favor de Padre Ton a alta rejeição de Confúcio Moura. Esses fatores tornam viável uma candidatura própria do PT ao governo, apesar do assédio do PMDB e a promessa de uma vaga a vice na chapa de Confúcio.
Originário do interior, aonde foi prefeito por duas vezes (Alto Alegre dos Parecis), o crescimento de Padre Ton é novidade até mesmo entre petistas tradicionais. Depois de liderar no ano passado uma ampla renovação interna no Partido, quando foi eleito presidente do PT com mais de 80% dos votos dos filiados, Padre Ton foi alçado à condição de pré-candidato ao Palácio Getúlio Vargas.
Seu nome vem ganhando cada vez mais apoio graças a um forte discurso pelo resgate da ética. Padre Ton defende a união de todas as lideranças políticas pela reconstrução de Rondônia que, segundo ele, passa por um momento difícil devido às enchentes e à falta de autoridade gerencial. “É preciso ter pulso para equilibrar o governo e promover o desenvolvimento em nosso Estado”, afirma.


Dados da pesquisa publicada nesta edição (Revista Enquete, maio/2014)

Registro no TSE - Número do protocolo: RO-00010/2014
Data de registro: 11/05/2014
Empresa contratada:
por conta própria (Comunicare Organizações Ltda)
Registro da empresa no CONRE:
044 1ª região
Abrangência: 52 municípios de Rondônia
Metodologia de pesquisa:
Amostragem Sistemática e estratificada com aplicação de formulário em entrevista direta, in loco, aos eleitores de 52 municípios do Estado de Rondônia.
Plano Amostral:
Sexo: Homens 49%; mulheres 51%; Idade: 16 a 25(20%) 26 a 35 (20%) 36 a 45 (20%) 46 a 60 (20%) -Acima de 60 anos (20%); Nível Econômico (renda per capita): Até um salário; Até três salários; Mais de três salários; Grau de Instrução: Até ensino fundamental; Ensino médio; Ensino superior ou mais; Religião (aleatório): Católico, Evangélico, Espírita, Outro; Intervalo de confiança 95%, margem de erro 2%.
Total de entrevistas - 3280 - 52 municípios - Universo 1.109.815 (100% do total de eleitores do Estado)
Cargos: Governador, Senador, Deputado Federal,Deputado Estadual
Estatístico responsável:
Nerio Aparecido Cardoso
Registro 9586-A
Período de realização:
05/05/2014 a 12/05/2014


Anatomia Política - 19 de maio de 2014

Publicado na Edição 17, da Revista Enquete
Dia 21/05 nas bancas

Convenções - Se aproxima o mês das convenções eleitorais, onde serão definidos os nomes para a disputa de Presidente da República, Governos estaduais, Senadores, Deputados Federais e Estaduais. Esse é o período das articulações e conchavos que precede o período eleitoral e que podem mudar o rumo do país e dos Estados. Mais da metade da população sequer imagina o que acontece nos bastidores da política nessa época.
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Jogo do poder – Chega a ser cruel o que vemos em épocas de convenções. As perseguições dos poderosos se comparam à guerra fria, travada pelos Estados Unidos (direita) e Rússia (esquerda) durante os 40 anos pós-segunda guerra. E neste ano de 2014 com mais ênfase. No cenário nacional, a “direita” tenta derrubar a esquerda. Em Rondônia a esquerda é quem se articula e ameaça assumir o governo.
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Rasteira - A “conquista” da lua, feito americano até hoje questionado por alguns estudiosos, foi a principal arma dos Estados Unidos na Guerra Fria. Diferente dos americanos, que buscavam nas grades conquistas a formula da vitória, a “direita” brasileira rasteja e busca nos golpes baixos derrubar seus opositores. Tanto em âmbito Nacional quanto Estadual. 
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Em Rondônia - o PMDB luta com todas as armas impedir a candidatura própria do PT ao governo. Raupp e Confúcio temem que o crescimento de Padre Ton  ameace a reeleição de Confúcio. Eles querem ganhar por “WO”. Com a incerteza de Expedito Junior e Padre Ton fora do páreo não sobra mais ninguém e torna-se real a possibilidade de reeleger Confúcio.
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Poderosos – Ao analisar o histórico político de Confúcio, percebe-se que ele provou, diversas vezes, que deve ser mais temido do que amado. Só nesses três anos de governo ele arrebentou com todos os que ousaram sonhar com o palácio Getúlio Vargas. Para isso usou todas as suas armas – Polícia, Ministério Público, justiça e a famigerada mídia.
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Vítimas – dentre as “vítimas” de Confúcio estão dois presidentes da Assembleia Legislativa (ALE), e o prefeito de Ouro Preto, Alex Testoni. O caso de Testoni, em particular, merece um destaque, apesar de ter passado quase despercebido pela mídia. Uma operação da Polícia Civil, no dia 26 de fevereiro deste ano, em Ouro Preto, foi só um aviso de Confúcio ao prefeito Alex.
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Amiguinho – um detalhe importante é o fato de Alex e Confúcio serem “amiguinhos”. Alex é fornecedor de combustíveis ao DER e suposto “sócio” de Lucio Mosquini, ex-diretor do DER, em empresas que estariam prestando serviço ao Estado. Na política não há escrúpulos, e Confúcio joga com todas as peças no tabuleiro da política.
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Contra o feiticeiro – há muito sujeira sob as águas tranquilas desse governo. Apesar das denúncias do Presidente da Assembleia, Hermínio Coelho, e de alguns veículos de mídia, nenhum estilhaço atingiu diretamente a “casa” do Governador e tudo parece perfeito. Mas é possível ouvir vozes nos porões e presságios anunciam a chegada de tempos tenebrosos.
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Vice do Expedito – o Deputado Neodi Carlos está percorrendo o Estado em companhia de Expedito Junior, anunciando sua parceria na candidatura a Governo de Rondônia. Mas há surpresas a vista. É bem provável que o partido de Neodi nem sequer se coligue com Expedito. A noticia vem da Zona da Mata. Aguardem.
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Incógnita – o grupo de pessoas e partidos fãs de Expedito vivem muitas e terríveis dúvidas. Expedito será mesmo candidato? Se for candidato sob liminar, o povo vai votar nele? Se as coisas mudarem no meio de uma campanha, quem sai prejudicado?  E ao Senado, Moreira Mendes poderá se candidatar? Se for candidato, terá chance de eleger ao Senado?
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Calangos – vejo os aliados de Expedito como calangos tentando atravessar uma rodovia. Mesmo estado bem perto da outra margem, na dúvida do que os espera, podem recuar em disparada. Resta saber para onde eles vão quando retrocederem. Se forem calangos, voltam de onde vieram, porque já conhecem o caminho. Se não forem calangos, vão até o fim.
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Mudança – Dentre os eleitores de Rondônia, 60% é o índice de insatisfeitos com seus representantes políticos no Estado, especialmente com os “velhos caciques”. Eles querem mudanças. Novas opções. O político que apresentar propostas alternativas e atrativas poderá cair na graça dos eleitores. Na falta de opção, tudo pode permanecer como está.