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terça-feira, 30 de outubro de 2012

IRPE/Revista Enquete divulga os 100 ganhadores do TOP 100/2012

O jantar de entrega dos prêmios será no dia 1º de dezembro, no Portinari Palace, em Vilhena.

A escolha do TOP 100 deste ano em Vilhena foi realizado nos métodos de amostragem e de focus-group, durante o mês de outubro. É o quinto ano do prêmio, sendo que no ano passado não foi realizado o jantar de entrega. Neste ano serão divulgados gráficos com o resultado da pesquisa. Quem quiser ter acesso ao gráfico com o resultado, entre em contato pelo e-mail denys@revistaenquete.com.br.  

Pesquisa de Opinião Pública realizada entre os dias 08/10 a 22/10/2012 através de amostragem sistemática estratificada com aplicação de formulário in loco aos moradores de Vilhena. Não foi avaliado nenhum outro critério além da popularidade da marca ou do nome da empresa ou pessoa. Neste critério, destacaram-se os mais lembrados pelos entrevistados.

Pesquisa realizada pelo método Focus-Group, com a participação, em média, de 20 pessoas escolhidas pelo IRPE/Revista Enquete. Cada item proposto foi avaliado nos seguintes critérios: Imprensa - credibilidade, ética, profissionalismo; Social, Cultural, Associativismo – comprometimento e objetividade; Empresarial: inovação, empreendedorismo, resultados; Político: propostas, resultados, ética.

Os resultados da pesquisa de opinião serão divulgados através de gráfico contendo a porcentagem e o nome do 1º colocado, e apenas o resultado do segundo colocado.  Os ganhadores do Focus-group está sendo divulgado da seguinte forma: Aprovação – participantes que aprovaram o mérito; Reprovação – Participantes que não provaram o mérito; Reservas – Participantes que aprovaram parcialmente o mérito; Abstenção – Participantes que não opinaram por não conhecer o avaliado.

 

Realizada através de pesquisa de opinião pública:

1.      Academia - Atmus

2.      Arquiteto – Marcus Leão

3.      Loja de Artigos Esportivos – Esporte Total

4.      Auto Center - Vipal

5.      Auto-escola e despachante - Líder

6.      Auto Peças   - Fuck

7.      Banca de Revista - Banca do Zóio

8.      Banco - Itaú

9.      Butique – Dalu Modas

10.  Casa Noturna – Pub Loft

11.  Calçados - Kipé

12.  Clinica dentária – Clinica da Face

13.  Clinica Veterinaria e Pet Shop - Agrivet

14.  Concessionária de automóveis - Carevel

15.  Confecções - Avenida

16.  Engenheiro – Adones Hoffmann

17.  Escola de Línguas - Fisk

18.  Escola Particular - SESI

19.  Escola Profissionalizante - SENAI

20.  Escritório Contábil - Vênus

21.  Estética e Beleza – Cida Carmo

22.  Faculdade - AVEC

23.  Farmácia e Drogaria - Dinâmica

24.  Floricultura - Calypso

25.  Gerente bancário - Kelly Cavalli – Banco Itaú

26.  Gráfica - Expressa

27.  Hospital - HR Adamastor Teixeira

28.  Hotel – Portinari Palace

29.  Imobiliária - ideal

30.  Indústria de construção Civil - Cerâmica Santo Augusto

31.  Indústria de alimentos - Rical

32.  Joalheria/Relojoaria - Capra Joalheiros

33.  Lanchonete – Zero Grau

34.  Livraria e Papelaria - Criativa

35.  Locadora de Filmes – Video Laser

36.  Loja de Foto - Foto Vilhena

37.  Loja de Informática – Olge.com

38.  Loja de Motos - Canopus Motos

39.  Loja de Tecidos - Rei do Pano

40.  Loja de veículos Multimarcas - Pakito Veículos

41.  Materiais para construção – R&S Cimento

42.  Mecânica – Souza

43.  Loja de Eletrodomésticos - Gazin

44.  Ótica - A Menina dos olhos

45.  Panificadora - Fiorentina

46.  Perfumes - O Boticário

47.  Pizzaria - Domenico

48.  Posto de Combustíveis – Posto Cavalo Branco

49.  Restaurante - Mariza

50.  Seguros - Bataglia

51.  Supermercado - Pato Branco

52.  Tapeçaria – Casa do Tapeceiro

53.  Transportadora - Transperola

54.  Utilidade Domestica – Urca

55.  Provedor de internet – 5.8

 

Realizada através do método Focus-Group

56.  Mérito Cultural – Grupo Wankabuki

57.  Mérito Cultural – Ong Beija-Flor

58.  Mérito Imprensa - Rádio Onda Sul FM

59.  Mérito Imprensa - Rádio Meridional FM

60.  Mérito Imprensa - Rádio Planalto AM

61.  Mérito Imprensa – Jornal Folha de Vilhena

62.  Mérito Imprensa – site www.folhadevilhena.com.br

63.  Mérito Imprensa – Jornal Folha do Sul (impresso)

64.  Mérito Imprensa – site www.folhadosulonline.com.br

65.  Mérito Imprensa - Correio de Notícias (impresso)

66.  Mérito Imprensa – site www.jcn1.com.br

67.  Mérito Imprensa - Band - Vilhena

68.  Mérito Imprensa- SBT - Vilhena

69.  Mérito Imprensa - Rede TV

70.  Mérito imprensa – TV Vilhena (Globo)

71.  Mérito Imprensa - Revista Imagem

72.  Advogado - Sandro Salonski

73.  Agroindústria - Multifós                                                                  

74.  Escola Publica Municipal – Escola Infantil Chitossi Inaba

75.  Escola Publica Estadual – Escola Maria Arlete Toledo

76.  Fotógrafo – Herbet Weil

77.  Médico - Doutor - Nilton Migiyama

78.  Mérito Cultural – Gabriele Vasconcelos

79.  Mérito Cultural – Professor Ammanoel

80.  Mérito Cultural – João Regert Neto

81.  Mérito Político - José Luiz Rover

82.  Mérito Político - Natan Donadon

83.  Mérito Social - Lisangela Rover

84.  Mérito Social – Universidade Solidaria (Asmon)

85.  Produtora e agencia de Mídia - Alpha Produções

86.  Professor – Ana Neri

87.  Promoções e Eventos – Cido Duarte

88.  Psicóloga – Maria Helena

89.  Vereador - Garcia

90.  Vilhenense de destaque Nacional – House Bier

91.  Vilhenense de destaque Nacional – Portal Oleos

92.  Vilhenense de destaque Nacional – Paz Ambiental

93.  Siccob/Credisul – Cooperativismo

94.  Gestão Pública – José Carlos Arrigo

95.  Gestão Pública – Gustavo Valmorbida

96.  Gestão Pública – Edson Soares Nogueira

97.  Assessor de Comunicação – Jovino Lobaz

98.  Aciv – Associativismo

99.  CDL – Associativismo

100.   Cirurgião Dentista – Alessandro Gomes de Paula

101.                     Colunista Social – Atila Ibañez

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Anatomia política – 17/10/2012 - Pós-eleições 2012/Rondônia

Dejanir Haverroth
www.dejahaverroth.blogspot.com

A pedido de alguns leitores que gostam de política, volto a publicar minha coluna semanalmente, não apenas com exclusividade à Revista Enquete, como vinha fazendo há três meses. Peço licença ao que me criticam pelos erros de grafia ou digitação. Não costumo fazer correção do que escrevo. Não faço questão de corrigir erros corrigíveis. Faço diferente: penso bem antes de escrever para não errar na análise dos fatos.
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Garçom ou Nazif  - Vou começar por Porto Velho, onde a campanha eleitoral ainda não terminou. Dois candidatos com perfis muito diferentes disputam a prefeitura da maior cidade de Rondônia. De um lado um médico político, descendente de árabes, de esquerda, conhecido como defensor do funcionalismo público. De outro lado um garçom, multiétnico, popular, sem definição de “esquerda” ou “direita”, é conhecido como defensor dos menos favorecidos. Qual deles vai ganhar as eleições?
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Garçom ou Nazif  2 – Vou pular a etapa onde se avalia o perfil dos eleitores de Porto Velho e ir direto ao ponto. Em um contexto onde a campanha segue dentro da normalidade, a vitória de Garçom é quase favas contadas. Não importa quantos partidos, líderes ou investidores se unam a favor de Nazif, a vantagem ainda continua sendo de Garçom. Ele tem a bandeja, o carisma, o transito no meio do povo e o perfil da maioria dos moradores de Porto Velho.
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O PMDB/RO – Apesar de continuar no poder em 15 municípios, o PMDB teve consideráveis derrotas nestas eleições em Rondônia. Só para citar alguns dos que estavam nas mãos do partido e escorregaram: Em Jarú, o PMDB perdeu as eleições para o PT; em Rolim nem chegou a disputar por falta de nome, e terá que entregar a prefeitura ao PP; Em Pimenta Bueno perdeu pra o PTB; em Cerejeiras para o PP – O PMDB não elegeu prefeitos em nenhum dos 15 maiores municípios de Rondônia.  Veja mais detalhes na edição 05 da Revista Enquete.
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Cacoal – Uma história que merece ser contada e transmitida para as gerações futuras. Um padre pobre, estrangeiro, sem apoio dos grandes, derrotou uma constelação de estrelas políticas e ricos de uma cidadezinha chamada Cacoal. Nesse embate, o exército que mais teve baixa foi o PMDB, que abandonou o Padre para se juntar aos grandes. Detalhes na Revista Enquete, edição 05.
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Ariquemes – A Maçonaria, o Clero, a burguesia e a imprensa se uniram e viraram o jogo a favor de Lourival Amorim nas ultimas semanas. Ha 13 dias das eleições, Saulo da Daniela estava com oito pontos de vantagem, até que a tacada de Confúcio Moura foi acertada e o jogo virou. Lourival venceu com 13 pontos de vantagem. O IRPE foi impedido, por força de embargos, de publicar duas pesquisas feitas em Ariquemes nas ultimas duas semanas. Detalhes na Revista Enquete, edição 05.
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Ji-paraná – O PMDB trouxe um instituto de pesquisa de Goiânia para mentir ao povo do Coração de Rondônia. Não vou citar o nome da empresa de pesquisa para não fazer propaganda para picaretas, mas foi uma vergonha. Enquanto nossas pesquisas davam 50% de vantagem ao candidato do PSB, eles davam 30 pontos de vantagem ao candidato do PMDB – um total de 80% de diferença. No final, nós acertamos.
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Ji-paraná 2 – O mais incrível é que as pesquisas dos picaretas foram publicadas, enquanto as nossas foram impedidas por recursos do PMDB na Justiça Eleitoral. Tivemos que fazer enquetes e publicar na revista para mostrarmos nossos números. A vantagem é que nós ganhamos terreno nessa eleição. Os picaretas podem, em curto prazo, ganhar dinheiro, mas nós, do IRPE/Revista Enquetes, ganhamos credibilidade. Não temos pressa.
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O Campeão – o grande campeão de votos desta eleição foi Neuri Persh (PTB), prefeito reeleito de Ministro Andreazza com quase 80% dos votos. Sua votação foi bem maior que a obtida pelo candidato que concorreu “sozinho”, em cabixi. Este obteve 63%. Se bem que é uma injustiça dizer que Isael concorreu sozinho em Cabixi. Ele foi fortemente combatido pelo ex-prefeito - cabo eleitoral do “voto branco”.
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A Revista Enquete – edição 05, estará nas bancas na próxima semana, com uma avaliação geral das eleições 2012 em Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Acre.

Dejanir Haverroth – Jornalista e pesquisador
assessoriavha@gmail.com
 (69) 9975-8514

Anatomia política – Outubro/2012 - Eleições 2012/Rondônia

(Coluna publicada na Revista Enquete - edição 04)

Dejanir Haverroth
www.dejahaverroth.blogspot.com

Descanso - Ultima edição da Enquete entes das eleições. Depois, é tirar uns dias de folga, assim como os guerreiros que participaram das batalhas eleitorais. Me sinto como um correspondente de guerra em meio ao fogo cruzado. De vez em quando sobram alguns estilhaços. Com o fim da guerra, um tempo para curar as feridas. 
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Deu BO - E por falar em “fogo cruzado”, vou pagar minha grande língua. Na edição passada comentei que a presença de Julio Olivar na Secretaria de Educação contribuía com o desempenho ruim do governo na avaliação popular. Ratifico e seguro o BO!
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Diagnóstico – Confúcio é médico, e isso deve tê-lo ajudado a diagnosticar, em tempo, alguns males de seu governo. “Da tísica, dizem os médicos, no princípio é difícil de diagnosticar e fácil de curar. Depois de um tempo, torna-se fácil de diagnosticar, e difícil de curar” (Machiavel).
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Humildade - Já, no Decom, para dar certo, Olivar vai depender de um pouco de humildade e paciência para lidar com os profissionais da imprensa. Compet~encia ele tem. “Adiante da honra, vem a humildade” (bíblico). Veremos em breve.
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Vilhena – Outra máxima de Machiavel pode ser aplicada em Vilhena, com Melki Donadon. Quando alguém usa de meios escusos para tentar chagar ao poder, duas coisas podem acontecer. Se conseguir seu intento, será exaltado pelo povo e terá tempo de corrigir os erros que cometeu no percurso. Se não chegar, será desonrado pelos seus próprios seguidores, cairá no descrédito e sobrará somente o ônus.
Vilhena II – Por falar nos erros de estratégia de Melki Donadon, se for escrever daria um livro. Com tantos talentos, já teria chagado ao governo de Rondônia pelo menos duas vezes, não fosse outro lado de sua personalidade que estraga o conjunto. Seu exército poderia ser incontável, mas está reduzido a alguns pelotões de cavalaria e outros de infantes.
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A artilharia de Luiz – Sobre a batalha pela conquista de Vilhena, vale observar alguns detalhes, ainda à luz de “O Príncipe”. O Coronel Melki Donadon não tem artilharia própria. Faz uso de um exército de artilheiros de Luizinho Goebel para tentar desestabilizar Zé Rover. De tanto atacar, Luiz está vulnerável: “A fortaleza se revela na defesa, mas a vulnerabilidade, no ataque”.
- Nesse caso Machiavel adverte quanto ao uso de tropas auxiliares ou mercenárias: “é bom atentar para o perigo que cada uma representa... perca ou vença a conquista... quando não se voltam contra você, vão espoliá-lo”. Não é difícil é saber se a tropa de Goebel é auxiliar ou mercenária.
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Mercenária – Com base nas ultimas eleições, é fácil concluir que a tropa de Luizinho Goebel é mesmo mercenária. Daqueles que, em tempos de paz, vivem à sombra de quem está no poder e, em tempos de guerra, voltam-se contra ele de acordo com seus interesses. Fez isso com Rover. E, em 2010, Luizinho barrava nos palanques frases fortes contra a honra de Confúcio Moura - depois das eleições, conseguiu a maior fatia do governo em Vilhena. Mais que o próprio escudeiro de Confúcio e do PMDB – Natan Donadon.
Cacoal – Se Deus é pelo Padre, quem será contra? Cacoal vive um momento decisivo na política. De um lado um padre pobre e totalmente por fora dos padrões políticos que vivemos. De outro lado, alguém cercada de poderosos e lideranças. Por enquanto o Padre está em desvantagem, mas, quem sabe, Deus aparece!?
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Cerejeiras - O município está prestes a viver uma das maiores transformações na política de todos os tempos. De um lado se encontram todos os ex-prefeitos, ex-deputados, empresários fortes e lideranças que estiveram no comando do município há mais de 20 anos. De outro lado, aparentemente sozinho, mas com a maioria dos eleitores, Airton Gomes lidera as intenções de votos.
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Desespero – O desespero de quem sabe que está perdendo é grande na maioria dos municípios. A exemplo de Monte Negro, São Francisco, Alvorada e Cerejeiras, e diversos outras, as disputas estão virando agressão verbal, física e vandalismo. “O desespero de quem está encurralado pode se transformar em uma energia letal”, (Sun Tzu). Ainda bem que é o povo quem determina quem ganha ou perde.

Dejanir Haverroth – Jornalista e pesquisador
assessoriavha@gmail.com
 (69) 9975-8514

Anatomia política – Setembro/2012 - Eleições 2012/Rondônia

(Coluna publicada na Revista Enquete - edição 03)

Dejanir Haverroth
www.dejahaverroth.blogspot.com

Em alta – O Governo de Confúcio Moura fez a opinião pública reagir a seu favor com a “mexida” que deu em sua equipe de 1º escalão. Uma pesquisa feita pelo IRPE na última semana mostrou um crescimento de 6% na aprovação da administração estadual. Com a atitude, Confúcio mostrou que está com as rédeas do Estado, e isso transmitiu segurança à população.
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Pedra no sapato - Antes do ato de exoneração de alguns secretários, a aprovação de Confúcio era de 55%, e subiu para 61% em 15 dias. Um dos principais acertos citados pelos entrevistados foi a saída de Júlio Olivar da Secretaria de Educação, de quem Confúcio parecia refém. Não apenas pessoas ligadas à educação gostaram da mudança, mas de diversos segmentos, especialmente gente simpatizante ao partido do Governador (PMDB) e a imprensa.
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Medição - A avaliação do governo faz parte de um trabalho que vem sendo feito pelo IRPE/Revista Enquete que serão publicados mensalmente na revista a partir de outubro, com o fim do período eleitoral. Com o trabalho já realizado, alguma coisa já é possível adiantar, como por exemplo, a alta popularidade de alguns políticos contrapondo à queda de outros.
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Gangorra - Neste quesito, vale citar a gangorra disputada pelo ex-governador Ivo Cassol e o atual governador Confúcio Moura. Apesar da flexibilidade dessa “gangorra” da popularidade, quando um está em baixa, o outro cresce e vice-versa. Para a população, é impossível não comparar os trabalhos de quem está no poder com seu antecessor.
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Consolidando - Ainda falando de popularidade, observa-se a segurança com que o Senador Acir Gurgacz conquista seu espaço – crescendo de vagar, consolidado, organizado e constante. Outro que se mantém em alta apesar da pedreira que enfrenta, é o Deputado Natan Donadon. Mesmo não estando nos holofotes da mídia tem 87% de aprovação no Conesul. É brasa sob cinzas.
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Testoni - Os prefeitos com maior aprovação será medido nas urnas, mas a Enquete adianta um dado, para que não digam que não sabíamos: Alex Testoni vai surpreender em Ouro Preto, apesar de nem estar preocupado com a campanha. Ele fará mais votos, proporcionalmente, que os prefeitos que concorrem à reeleição sozinhos – Cabixi e Espigão.
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Turismo - A pedido de Alex Testoni, não publicaremos a enquete feita na sua cidade, apesar do índice ser muito favorável a ele. Testoni não quer passar a impressão de que estaria usando de números para influenciar seus eleitores. Mas nosso trabalho não foi em vão. Na edição que vai circular após as eleições faremos uma publicação especial sobre Ouro Preto e a Rota do Turismo.
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Na rota - A propósito, Ouro Preto vai ser um dos municípios a representar Rondônia na Oficina de Planejamento Estratégico da Rota Turística Internacional “Pantanal, Amazônia, Andes e Pacífico”, que acontecerá nos dias 13 e 14 de Setembro em Rio Branco, no Acre. O município se prepara para explorar o turismo com suas belezas naturais, cachoeiras, hotéis fazenda e esportes radicais.
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Lebrão - Voltando à política, outro que está ganhando mais espaço é o deputado estadual Lebrão, de São Francisco. Ele está consolidando uma grande liderança ao longo da BR 429 e deve fazer três prefeitos, um deles a sua filha, em São Francisco. A Lebrinha continua disparada na corrida.
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Em queda - Por outro lado, ainda na BR 429, quem está perdendo espaço é o deputado Luizinho Goebel. Muita gente vai dividir a sua marmita na próxima eleição. A não ser que o “papai” Ivo Cassol o abençoe novamente, sua reeleição corre risco. Em Vilhena seu reduto de votos já está sendo rifado pelos próprios ex-companheiros, hoje no palanque de Rover, onde Luizinho deveria estar.
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Rolim - Alguma coisa vai mudar em Rolim de Moura depois do conflito entre estudantes e policiais na câmara de vereadores. A luta dos alunos não foi vã. A chance de reeleição da maioria dos vereadores diminuiu consideravelmente. A renovação será bem maior do que seria sem o conflito.
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Porto Velho - Não poderia deixar de falar de Porto Velho, do PT, dos viadutos, da transposição dos servidores e de Nazif. Para resumir, a coisa está pegando fogo em Porto Velho. No conflito entre bocas e talheres, quem vai levar a melhor é o Garçon, que não é do PT, não tem mandato, circula bem entre as mesas e atende com simpatia. Para o freguês, quem sabe bem servir, serve.
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Fogo amigo - Para não misturar as coisas, não falarei, nesta coluna, de mais uma “derrapada” de alguns veículos de imprensa ao sacanear, movidos por torpe ganância, este colunista. Leia artigo na página 22 desta revista. O “fogo amigo” é só uma amostra do que poderá vir à tona com a decantação dos podres do quarto poder do Conesul.


Dejanir Haverroth – Jornalista e pesquisador
assessoriavha@gmail.com
 (69) 9975-8514

Imprensa de Vilhena erra novamente

Amadorismo, recalque, maldade gratuita ou torpe ganância?

(Texto publicado na Revista Enquete/edição 03)

Peço licença aos leitores para ser deselegante com alguns colegas mau-caráter. Tolerância tem limite e a minha acabou.

Alguns veículos de imprensa de Vilhena erram todos os dias e muitas vezes prejudicam pessoas e instituições para ganharem alguns trocados a mais. O pior dos erros é o doloso, aquele cometido intencionalmente e por torpe ganância.

Nesta semana o prejudicado foi o IRPE, com uma matéria paga e enviada às redações pela assessoria de Pedrinho Taxista de Cerejeiras. Alguns veículos publicaram a matéria sem ouvir os responsáveis pelo IRPE. Até o fechamento desta edição da Enquete, este jornalista não tinha conseguido publicar a sua versão dos fatos.

As manchetes diziam que o IRPE havia errado em Cerejeiras, desacreditando a empresa, por conta de um arredondamento de dados. Um dos veículo chegou a ofender a honra e a dignidade dos profissionais do instituto e os acusou de cometer crime de falsidade ideológica.

Então vamos à explicação!

Faça o teste:
Use o melhor programa de planilhas disponível em todos os computadores, o Excel:
Digites os números abaixo:
Airton Gomes - 66,46
Pedrinho - 30,38
 Não Respondeu - 3,16
Total - 100,00

Agora, peça para o programa arredondar para uma casa após a vírgula:


Resultado:
Airton Gomes - 66,5;
Pedrinho 30,4;
Não Respondeu 3,2
Total - 100,0.

Explicação: a soma continua considerando os números suprimidos no arredondamento. Situações parecidas poderão ser encontradas em muitas planilhas, inclusive desta revista. Propositadamente, o IRPE não corrige esses aparentes erros por entender que o cerreto é deixar exatemente como o computador calculou.

Conclusão: o IRPE não errou, mas a imprensa que publicou matéria crucificando o IRPE, sem ouvir as duas partes interessadas, esta sim errou, e errou feio. CAROS COLEGAS JORNALISTAS, NUNCA PUBLIQUEM UMA MATÉRIA DE APENAS UMA VERSÃO!!

Se alguns ‘colegas’ de imprensa de Vilhena fossem imparciais, éticos,  competentes, e tivessem ouvido as duas partes, eu não teria que escrever isto.

Os veículos que publicaram esse material de forma irresponsável são os mesmos que sugam o dinheiro público de Cerejeiras, gerido pela prefeitura, há muitos anos, para falar bem dos prefeitos e manipularem a opinião pública. Essa parceria entre raposas e donos de galinheiro tem trazido retrocesso para o Brasil, e parece que o ciclo vicioso não quer parar nunca.  É essa a imprensa que queremos? São esses os governantes que queremos?

Quando passar o período eleitoral vou receber muitos pedidos de desculpas, sempre com aquela velha e esfarrapada justificativa: “Na política vale tudo”. Fica só um recado: a roda gira e quem apanha não esquece!

Por outro lado, tem uns políticos mal orientados por alguns “jornalistas” e outras espécies de “Aspones” que, ao invés de fazer uma boa campanha, colocam seus “pit Bull’s” para atacar profissionais que levam seus trabalhos a sério. Porque tenho que “apanhar”? Só porque não sou lacaio e não aceito propina em troca de trabalho sujo?

Se esse é o preço de ser independente e não querer ficar “latindo” em volta das mesas pedindo migalhas, eu pago! Fiquem tranquilos, seus prostitutos, eu não vou disputar as migalhas com vocês. Quando a campanha terminar, com certeza vocês não poderão me chamar desses quatro adjetivos: corrupto, preguiçoso, burro ou incompetente.

Dejanir Luiz Haverroth
44 anos, Bacharel em jornalismo, autodidata em estatística, pós-graduado em Ciências Políticas, pós-graduando em Jornalismo Político e pós-graduando em Assessoria de Imprensa. Mora em Rondônia há 24 anos, fundou, há 14 anos, a empresa Comunicare Organizações Ltda. Foi militar por quase oito anos, atuou por 12 anos em sala de aula como professor do ensino fundamental. Tem imagem e honra para defender. 

Anatomia política – agosto/2012 - Eleições 2012/Rondônia

(Coluna publicada na Revista Enquete - edição 02)

Dejanir Haverroth
www.dejahaverroth.blogspot.com

Apartheid gay - Na ultima semana eu vi, no programa do Jô, na Globo, uma entrevista com um pastor gay que fundou uma igreja “inclusiva”. Enquanto uns lutam pela inclusão, outros querem apartheid. Em Porto Velho, capital de Rondônia, pastores se uniram para “boicotar” a campanha de Fática Cleide (PT) à prefeitura. Motivo: Fátima foi relatora do Projeto de Lei torna crime a discriminação contra idosos, deficientes e homossexuais (PLC 122/06).
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Vingança? - Esses pastores não querem que os fiéis votem em Fátima Cleide, candidata a prefeitura de Porto Velho, porque ela foi relatora, no Senado, do Projeto de Lei Complementar 122/06. A referida proposta, de autoria da então deputada Iara Bernardi, foi aprovada na forma de substitutivo oferecido pela relatora, senadora Fátima Cleide (PT-RO).
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A cidade das obras inacabadas – Porto Velho vive o caos no transito, especialmente para quem está chegando ou saindo da cidade. Parece que nunca vão ficar prontas as obras do PAC, de Dilma, do PT. O prejuízo político do partido da presidenta já é grande, e se Fátima Cleide (PT) perder as eleições, nada tem a ver com os gays. Eximam-lhes essa culpa.
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Jipa - E por falar em obras e caos no transito, não tem como não pensar em Ji-paraná. A cidade é dividida pelo rio Machado, e a única via de acesso é a ponte da BR 364. Agora o DENIT, a prefeitura ou sei lá quem, resolveu duplicar a BR no perímetro urbano. As obras provocaram o caos. Passar por Ji-paraná por esses dias é uma verdadeira “Via Crucis”.
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Anel viário - Além do trafego dos veículos que passam pela cidade de Ji-paraná, tem ainda os próprios moradores, que dependem da ponte. A solução deve ser o anel viário, já começado e jamais concluído. É preciso desviar o transito do centro da cidade, para o bem dos moradores da cidade e dos condutores de veículos que trafegam pela BR 364. 
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Cacoal e o Padre - Volto a falar em religião e política. Em Cacoal, o atual prefeito e candidato a reeleição, Padre Franco Vialetto,  está com dificuldades para colocar sua campanha na rua. O problema é grana. Desapegado aos bens materiais, o Padre não juntou “talentos” para gastar com propaganda eleitoral. Reeleição sem dinheiro é difícil. Quem está com o abacaxi são os fãs do padre.
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“Merchandinho” – Quem acredita em milagres deve observar o desenrolar da política de Machadinho do oeste nos últimos 18 meses. Em fevereiro de 2012 o prefeito Marinho da Caerd estava morto politicamente e deu sinal de vida. Ele ressuscitou e deve se reeleger. O mérito é todo dele, mas contou com uma parcela de contribuição deste colunista que, através de pesquisas qualitativas feitas há 18 meses, apontou caminhos para a mudança.
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Vilhena – Na cidade de Vilhena o crescimento de José Rover (PP) começa a ser notado até por leigos na política. A ultima pesquisa feita pelo IRPE e devidamente registrada no TSE, que está sendo publicada pela Revista Enquete nesta semana, mostra Zé Rover com quase 60% das intenções de votos. Tudo aponta para que ele tenha a maior votação de todos os tempos para prefeito de Vilhena.
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Profecia - Em Cerejeiras a coisa está feia para os caciques políticos Kleber Calisto e Ezequiel Neiva. O problema é o peso do candidato apoiado por eles, o Pedrinho do Taxi. Enquanto eles tentam puxar os índices para cima, a rejeição pesa e não deixa o candidato subir. Acho que eles subestimaram o adversário.
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Visita - Durante uma visita em Vilhena, no final de julho, o governador Confúcio Moura na sede da Associação Comercial e Industrial de Vilhena (ACIV) para divulgar a Expo Peru a ser realizada em Porto Velho, no dia 9 de agosto, no Aquárius Selva Hotel.
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Reflorestamento - Na avaliação do governador, os empresários rondonienses são altamente empreendedores e o governo precisa ajudá-los a exportar. “Estou aqui para animar os empresários locais. A economia local precisa ser discutida pela gente mesmo. Vamos investir em florestas, com ênfase nesta região de Cacoal a Vilhena”.


Dejanir Haverroth – Jornalista e pesquisador
assessoriavha@gmail.com
 (69) 9975-8514

Anatomia política – julho/2012 - Eleições 2012/Rondônia

(Coluna publicada na Revista Enquete - edição 01)

Dejanir Haverroth
www.dejahaverroth.blogspot.com

Nesta terça-feira, 10/07, após o fechamento desta edição da ENQUETE (a edição foi fechada no domingo, 08), serão divulgados os registros das candidaturas deste pleito de 2012 pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). É possível que alguma coisa se altere, alguns registros sejam negados, candidatos desistam e passem a apoiar outro, enfim.
Fora isso, todas as cartadas dessa primeira rodada de preparativo para o jogo já foram mostradas. Até agora quem deu as cartas foram os partidos, mas é chagada a hora do povo determinar a sorte de cada participante.
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Porto Velho – Na capital a indefinição dos eleitores é grande e o número de candidatos também. Mauro Nazif lidera as enquetes do IRPE nesse período pré-convenções, mas os seus próprios eleitores afirmam que toda eleição municipal é assim: Nazif começa bem e termina mal. Talvez seja diferente neste ano.
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Ariquemes – Na terra de Confúcio o PMDB tropeçou, balançou, resmungou, mas acabou se alindo ao Deputado Lourival Amorim. Foi em vão o esforço do Senador Valdir Raupp na tentativa de lançar o jornalista Ricardo Schwantz como candidato da sigla.
Dois grupos liderados por deputados brigaram pelo partido do Governo: O DEM, de Adelino Folador, e o nanico PMN, de Lorival Amorim. Como a política é mesmo uma caixinha de surpresas, o eterno aliado de Confúcio, Folador, não pode contar com o partido do amigo desta vez.
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Jarú – Na terra dos Muletas vai ser briga de foice. Só será possível prever o rumo dessas eleições quando confirmada a participação da petista professora Sônia. Caso dê zebra no registro a petista (conforme pregam seus adversários), os caminhos se abrem para o atual vice-prefeito, Flavio Correa (PSD). Pelo que apontam as enquetes do IRPE, só um milagre para manter os Muletas no poder em Jarú.
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Definidos – Em quatro municípios da região central não há dúvidas sobre o resultado deste ano. Enquetes do IRPE apontam larga vantagem de Jesualdo Pires (PSB) em Ji-paraná, Alex Testoni (PSD) em Ouro Preto, Cesar Cassol (PP) em Rolim de Moura e Glaucione Rodrigues (PSDC) em Cacoal.  
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Cartada – Em Pimenta Bueno o Deputado Kaka lançou seu irmão caçula, Jean Mendonça, em uma manobra de mestre. Na arrancada o “menino” disparou, deixando para traz muitos fortes adversários. Mas a vitória não está segura. Kleiton Roque (PSB) se aliou ao PT e conseguiu colocar Marlene Parra como sua vice. A coisa vai esquentar.
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Ainda em Pimenta – O candidato do PMDB definido nas convenções, Chico da Santa Maria, desistiu. Ele não conseguiu encontrar um nome que se dispusesse a ser o seu vice. Em seu lugar entrou Edemir Brasil, que conseguiu convencer Janio do Minas a ombrear com ele como seu vice.
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Abençoado - Perto de Pimenta, na minúscula Primavera, o PMDB lança “Só na Bença”, uma das figuras mais carismáticas da política de Rondônia. Muito vai se ouvir falar desse personagem nos próximos anos.
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Vilhena – No Portal da Amazônia dois fatores devem determinar o resultado desse pelito. A derrocada de Luizinho Goebel (PV) - consequência da queda de Valter Araújo - e impedimento legal da candidatura de Melki Donadon (PTB) fez com que os eleitores se aproximassem mais do atual prefeito, José Rover (PP). Segundo enquetes do IRPE, Rover lidera com larga vantagem.
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Caminho livre - O candidato a prefeito na Cidade de Cabixi, eleito no ano passado como “prefeito tampão”, não terá adversário este ano. Se Izael Dias Moreira (PTB) não tropeçar nos próprios pés, terá o pleito garantido. Ele só precisará de 50% dos votos válidos e mais um voto para se garantir no poder. Segundo enquetes do IRPE, mesmo com adversários, ele teria larga vantagem.
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Mestre – Quem está dando show no cenário político de Rondônia é o Deputado Lebrão, da região do Vale do Guaporé. Além de ter tido uma atuação elogiada pela crítica na Assembleia Legislativa (ALE), seu apoio está sendo fundamental para políticos de sua região. O exemplo é sua filha, em São Francisco, que lidera com larga vantagem a corrida pela prefeitura. Gislaine Lebrão não conseguiu evitar seu apelido de “Lebrinha”, porque é assim que ela é chamada pelos seus eleitores.
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Partidos – A organização dos partidos está sendo fundamental nesse ano. Um destaque especial para PDT, que sairá reforçado em todos os municípios do Estado. Já o PMDB terá muitas baixas. Na maioria dos municípios o partido do Governo está com problemas internos de liderança. Se Raupp ou Confúcio não interferirem, a coisa tende a piorar. “Reino dividido não subsiste”.
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Esclarecimento – Foram citadas algumas enquetes nesta coluna. Para cumprir a lei, esclarecemos que: “As enquetes não são pesquisas eleitorais. São sondagens feitas sem os critérios metodológicos das pesquisas, sem controle de amostra, dependendo apenas da participação espontânea dos eleitores. Sua publicação sem registro no TRE é assegurada pelo Art. 33 da lei nº 9.504/97”.

*Dejanir Haverroth – Bacharel em Jornalismo com especialização em Ciências Políticas - é fundador da Comunicare Organizações Ltda.

domingo, 10 de junho de 2012

Anatomia política – sábado, 09/06/2012


Eleições 2012/Rondônia

Dejanir Haverroth

Frase: “Para realizar grandes conquistas, devemos não apenas agir, mas também sonhar; não apenas planejar, mas também acreditar”. (Anatole France).
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Piegas – Virei colunista há pouco tempo e já adotei a famosa “frase de abertura” de cada coluna. Talvez funcione. Afinal, são breves conselhos que precisamos observar no dia-a-dia. Além disso, pode amenizar o ácido das palavras que a seguem.
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Vilhena – Começo hoje por Vilhena, mas serei breve. Há muito o que se dizer, mas o assunto já está saturado. Os outdoors espalhados na cidade com as fotos dos deputados que defenderam Valter Araújo no processo de cassação deu pano pra manga. Luizinho Goebel, o principal deles, não gostou e atacou o prefeito Zé. Mas quem pôs os tais outdoors foram os próprios ex-companheiros de Luizinho que tiveram seus partidos políticos arrancados por ele.
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Cabelo e barba – E por falar em partidos políticos, essa eleição vai ficar na história de Vilhena como uma das mais inusitadas. Pela formação das tropas, o exército de Zé Rover deve eleger todos os 10 vereadores da próxima legislatura. Nenhum outro grupo conseguiu arregimentar suas tropas para esta batalha, e não há mais tempo hábil para essa formação. Vai ser um massacre.
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PSL – A julgar por Vilhena, o PSL deve sofrer nas mãos do presidente regional, Ednei Lima. Ele tenta ditar suas regras e busca “negociar” pessoalmente os apoios. Os filiados do partido em Vilhena estão com problemas, já que Ednei nomeia a provisória a cada 30 dias com medo de perder as rédeas.
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Negócio – Na verdade o que Ednei Lima quer é negociar o PSL com Melki Donadon, e conta com o apoio do secretário do Partido, Allan França. Já os filiados querem ir com Rover. O resultado disso vai ser um grande prejuízo político para os playboys de Porto Velho.
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Prejuízo – O que o inexperiente (porém prepotente) Edinei Lima não sabe, é que o PSL precisa mais do grupo de Zé Rover, do que o grupo precisa do partido. Zé já tem 100 pré-candidatos a vereadores em seu grupo, e pode eleger 10 deles. É claro que eles não estão dispensando apoios, mas isso é possível. Afinal, dependendo das circunstâncias e do partido, quanto mais, maior o fardo.
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Castigo – O que pode acontecer, para castigo do ganancioso Ednei Lima, é o grupo do Zé não querer mais compor. Afinal, ninguém gosta de ser preterido.  É burrice e falta de estratégia trocar um grupo organizado, como o do atual prefeito, polo de Melki Donadon, que parece mais perdido do que cego em tiroteio. Melki Donadon não consegue fazer um vereador sequer. Por isso Melki quer tanto o PSL para compor.
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Cerejeiras e Cacoal – Alguém pode me perguntar: o que uma coisa tem a ver com a outra? Nesta eleição, as mudanças em Cacoal podem afetar Cerejeiras. Ezequiel Neiva é o segundo suplente a deputado estadual, e depende da eleição de Neodi em Machadinho e Glaucione em Cacoal para assumir. Ocorre que Galucione não será mais candidata em Cacoal.
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Cerejeiras – Com a declinação de Glaucione, as chances de Ezequiel assumir a cadeira de deputado foi pro beleléo. Com isso, a possibilidade de ele ser o candidato a prefeito de Cerejeiras renasce. Até agora o grupo de Ezequiel e Kleber Calisto cogitavam apoio ao Pedrinho e Osiel Neiva, mas a dupla não decolou e deve recuar de deixar Ezequiel no páreo.
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Cacoal – Já em Cacoal, o candidato do grupo de Glaucione e Newton Capixaba deve ser mesmo o empresário e ex-prefeito, Divino Cardoso (PTB). O páreo vai ser duro para o Padre Franco Vialeto (PT), que está se virando para recuperar os três anos de decadência política. Pelas enquetes, Divino leva a melhor com larga vantagem.
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Pimenta – Eu disse que voltaria a falar de Pimenta nesta semana. Pois é. O irmão do deputado Kaka, o vereador Jean Mendonça, tomou a dianteira na corrida pela prefeitura já na arrancada. O PMDB, preocupado com a situação, resolveu acabar com o racha do partido e fechar em um só nome. O candidato deve ser mesmo o Chico da Santa Maria, o nome do partido que melhor aparece nas pesquisas.
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Menos mal – O PMDB sonha em fazer o sucessor de Augusto Plaça, mas, desta vez, não vai ser fácil. A rejeição do atual prefeito é alta, e respinga no PMDB. Para ajudar o partido, Plaça terá que ficar calado nessa eleição. Mesmo se perder Pimenta, o PMDB  vai ficar bem na região – deve eleger o Só Na Bença, em Primavera, e reeleger o Dr. Célio, em Espigão.
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Aprovação de Confúcio – Nesta semana publicamos uma enquete feita em 14 dos principais municípios de Rondônia (não incluindo a capital, Porto Velho) avaliando o trabalho do governador Confúcio Moura. Na questão proposta aos eleitores, quando a resposta foi “regular”, foi perguntado se estava satisfeito com o trabalho do Governador, por isso temos a resposta “regular satisfatório” e “regular não satisfatório”. Cabe aos leitores analisarem e fazerem suas próprias considerações sobre a questão.
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Para pensar – Se, além do “bom” e do “ótimo”, considerarmos todos os “regular” como uma avaliação positiva, podemos concluir que Confúcio tem 70,9% de aprovação. Se considerarmos apenas os “regular satisfatório” como positivo, somados ao “bom” e ao “ótimo”,  temos 57,3% de aprovação.
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Aprovado – Apesar do índice de aprovação não ser alto, podemos considerar o trabalho do governador “aprovado” pela maioria da população. Em início de mandato é assim mesmo. Até que se ajuste a máquina para que funcione de acordo com um determinado objetivo, leva um pouco de tempo. Depois das eleições para prefeito a coisa deve melhorar.
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Justificando – Apesar da enquete de hoje não tratar de questão eleitoral, informamos que: “Enquetes não são pesquisas. Esse tipo de sondagem é feito sem os critérios metodológicos das pesquisas, sem controle de amostra, dependendo apenas da participação espontânea dos eleitores. Seu registro não é obrigatório, conforme Art. 33 da lei nº 9.504/97”.

Dejanir Haverroth – Jornalista e pesquisador
 (69) 9975-8514

domingo, 3 de junho de 2012

Anatomia política – sábado, 02/06/2012


Eleições 2012/Rondônia
Dejanir Haverroth

Tour – Na semana passada fiz um tour por Jarú, Ji-paraná, municípios da BR 429, Cacoal e Pimenta e, nesta semana, pelo Conesul e Porto Velho. A política é dinâmica, e os movimentos se assemelham às águas, que mudam de posições de acordo com as temperaturas. A própria bíblia compara o povo às águas. E a política é feita de povo.
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Desculpem-me – Na ultima semana não publiquei minha coluna por motivo de força maior, por isso hoje está cheia de novidades com molho de pimenta.  Inclusive seguem duas enquetes*, feitas na semana passada: uma de Ji-Paraná e outra de São Francisco.
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Tá quente – E por falar em Pimenta, vocês podem pensar que eu estou gostando de “passar pimenta”, porque sempre tenho novidades da terra de Kaka, Plaça e outros xerifes. É porque o caldeirão tá fervendo naquela cidade que até pouco tempo era esquecida e agora parece desabrochar. Na semana que vem traremos números de lá.
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Sem alças – Em Cerejeiras a coisa tá feia para o prefeito Cleber Calixto e o ex-deputado Ezequiel Neiva, que terão de carregar nas costas seus apadrinhados. A rejeição de Pedrinho e de Israel Neiva pode comprometer os planos dos xerifes maiores da cidade. Quem deita e rola é a oposição, que ganha fôlego com isso.
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Na fila – Ezequiel Neiva, que teria maior chance de eleição para prefeito de Cerejeiras, não será candidato. Ele espera pela eleição de Neodi em Machadinho e Glaucione em Cacoal, para assumir uma vaga na Assembleia (ALE). Ele é o segundo suplente de deputado na coligação que elegeu Neodi e Glaucione, e depende desses dois resultados. Não será difícil de acontecer. O problema maior é com relação à Glaucione em Cacoal. Existem forças trabalhando para que ela decline a declare apoio ao Divino Cardoso.
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Ele nega – Em Colorado paira a dúvida: Anedino é ou não candidato? A oposição garante que Anedino está fora do próximo pleito, por força da lei da Ficha Limpa, mas ele garante que não. O desconforto é dos eleitores que estão perdidos. Caso ele não seja mesmo candidato, a contagem deve começar do zero. Qualquer um pode ser eleito, até mesmo o PT, que bate na trave há quase trinta anos.
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Ser ou não ser – outro que está colocando seus seguidores em dúvida é o ex-prefeito de Vilhena, Meki Donadon. Ele garante aos seus que é candidato e que está tudo resolvido. Pessoas mais próximas dele acreditam que ele lança a esposa, Rosane. Na verdade, a coisa ainda está complicada para Melki.
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Milagres – Segundo informações obtidas no site da justiça eleitoral, nem Melki nem a esposa Rosane estão aptos a concorrerem.  Mas ainda há tempo, ao menos para Rosane, que responde a apenas um processo e tem chance de ir a julgamento e ser absolvida em tempo hábil. Já o Melki, este vai precisar de, pelo menos, três milagres.
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Piorou – A coisa já estava feia para Luizinho Goebel e ficou pior. Com a repercussão do resultado da votação da cassação de Valter Araújo, que contou com sua defesa, Goebel pode enterrar seu plano de se eleger prefeito de Vilhena. Outro agravante é o fato do parlamentar tomar, no tapetão, o partido de colegas que estariam se aliando ao prefeito José Rover.
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Retroceder – Essa palavra deveria fazer parte do vocabulário de Luizinho neste momento. Se bem que, de qualquer forma, sairá arranhado. Só a ameaça dele em sair candidato a prefeito de Vilhena já prejudicou sua reputação na BR 429, seu maior reduto eleitoral. Em Vilhena ele perdeu boa parte de seus principais aliados, que também são aliados de Rover e filiados aos partidos que ele “tomou de assalto”. E agora, Luizinho? Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.
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Enquete I - Em São Francisco do Guaporé, de cada cinco moradores, três querem votar na Lebrinha (Gislaine Lebrão – filha do deputado Lebrão) para prefeita, segundo enquetes* do IRPE (Veja Gráfico). Seus adversários estão desesperados e tentam desestabiliza-la, mas quanto mais fazem, pior fica. Dizem que as lebres são assim mesmo: quanto mais obstáculos em seu caminho, mas difícil alcança-las. 

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Enquete II - Em Ji-paraná a liderança é do Deputado Jesualdo Pires, do PSB. A tendência também foi aferida pelo IRPE em enquete* realizada na última semana. Esquisito é o apoio do Bianco ao Jesualdo. Não sei como o PSB vai administrar isso. Com tanta rejeição de Bianco, o risco é que o apoio se torne uma cruz que Jasualdo terá de carregar. 

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* “Enquetes não são pesquisas eleitorais. São sondagens sem os critérios metodológicos das pesquisas, sem controle de amostra, dependendo apenas da participação espontânea dos participantes. Sua publicação não requer registro no TRE - Art. 33 da lei nº 9.504/97”.



Dejanir Haverroth – Jornalista e pesquisador
(69) 9975-8514

sábado, 19 de maio de 2012

Anatomia política – sábado, 19/05/2012

Eleições 2012/Rondônia
Dejanir Haverroth
www.dejahaverroth.blogspot.com


Aportado - Esta semana eu tirei de folga para afiar a espada, fazer mais flechas, concertar a armadura e recobrar as forças no deleite do meu refúgio, em Vilhena. Por isso, não trarei muitas novidades de outros municípios de Rondônia, mas posso falar daquilo que vejo ao observar, de longe, o movimento das tropas nos frontes de batalha. A enquete desta semana (no fim da coluna) mostra o quadro pré-eleitoral de Vilhena.
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Reafirmo - Em uma coluna anterior (nem lembro qual), falei que o PDT é, no momento, um dos mais organizados partidos de Rondônia e parece se preparar para uma grande guerra. Volto a confirmar isso. Vejo o Senador Acir Gurgacz como o principal adversário de Confúcio nas eleições de 2014. Acir já conseguiu diminuir a rejeição trazida pela sua empresa, a Eucatur, e ganhou vários aliados.
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A arte - Mas Gurgacz sabe que não será fácil derrotar o PMDB de Raupp e Confúcio, principalmente no voto. Nesse momento, enquanto o governo parece dormir, seus adversários (chamo de adversários porque tramam) estão confiantes e pensam que será fácil. Mas a política é uma arte e nem tudo é o que parece ser. Em silencio, Confúcio está se organizando e deve resurgir com força total depois das eleições municipais.
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Estratégia - É interessante iniciar a organização de uma eleição estadual dois anos antes, no pleito municipal. Mas é uma boa estratégia deixar as coisas acontecerem e depois tirar proveito da situação. Confúcio não está interferindo diretamente e não porá a “cara a tapa”. Ele está certo, assim evita desgaste e gasto. Depois das eleições é só trazer para si os vencedores e os perdedores, sem mágoas. Aos ganhadores a aliança e o apoio do Estado, e aos perdedores a promessa de dias melhores. 
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Partidos e grupos - Com o PDT fora da aliança em 2014, o PT deve ser um forte aliado de Confúcio, e indicar o vice. O PSDB não terá candidatura própria ao governo, mas é sempre uma incógnita, pela inconstância de seu chefe, Expedito Junior. O PTB de Valter Araújo e Capixaba vai precisar de um tempo para se recuperar, e não representará perigo em 2014. Do Cassol (PP) sobrará o espólio, já que estará derrotado pela “Ficha Limpa”. Mas não deve ser subestimado. “O inimigo encurralado luta, com muita fúria, até a morte”.
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Ainda falta - Outro grupo, o PSB de Nazif, deverá sair fortalecido nesta eleição municipal, mas não se levantará na disputa ao governo de 2014. Três importantes cidades de Rondônia poderão cair nas mãos do PSB em outubro: Porto Velho, Ji-Paraná e Pimenta Bueno. De longe, com meu binóculo, percebo que ainda faltam alguns ajustes nas composições das tropas de Nazif para se concretizarem essas vitórias.
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Mineirinho - Para a composição do parlamento, podem-se perceber alguns movimentos. O Secretário de Educação, Julio Olivar, deve voltar para o PCdoB e tentar ser o vice de Confúcio e sucede-lo depois. Mas não será fácil. No PMDB, terá vaga garantida como candidato a Deputado Federal. Olivar nunca foi testado nas urnas (Exceto quando foi vice de Fátima Cleide, mas isso não conta), e parece inseguro.
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Outros abençoados - Outra possibilidade para Julio Olivar é concorrer ao Senado pelo PMDB, caso Acir Gurgacz se lance ao governo e Marinha Raupp não queira a vaga. Outro que virá com força para uma candidatura a Deputado Federal é o Diretor do DER, Lúcio Mosquini, com a bênção de Marinha. Na semana que vem falarei mais do que vejo. Tem muito a ser dito.
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Enquete – Nesta semana publicamos a enquete é de Vilhena. Foi realizada pela equipe do IRPE nos dias 16, 17 e 18/05, foram entrevistadas 360 pessoas em amostragem aleatória nas ruas de Vilhena. “Esse tipo de sondagem não se trata de pesquisa eleitoral, já que são feitas sem os critérios metodológicos das pesquisas, sem controle de amostra, dependendo apenas da participação espontânea dos eleitores. (Art. 33 da lei nº 9.504/97)”.

Dejanir Haverroth – Jornalista e pesquisador
assessoriavha@gmail.com
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