Bebi minha Oaska logo cedo e fiquei contemplando a natureza enquanto os mais jovens se divertiam saltando entre as rochas pendurados por cordas ou descendo as cachoeiras em rapel. São três cachoeiras e somam juntas 100 metros de altitude.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Terça de carnaval no Rio Morcego
Bebi minha Oaska logo cedo e fiquei contemplando a natureza enquanto os mais jovens se divertiam saltando entre as rochas pendurados por cordas ou descendo as cachoeiras em rapel. São três cachoeiras e somam juntas 100 metros de altitude.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Família Haverroth - 24 anos de Vilhena
Aproveito esse período “morto” do carnaval para postar, um pouco atrasado,
uma foto com meus filhos, tirada no dia em que completou 24 anos de minha
chagada em Vilhena/Rondônia. A data foi marcada com uma feijoada feita por mim.Na foto: Tuannhy Haverroth, Paulo Adir Haverroth, Natan Luiz Haverroth, Larissa haverroth, Rute Mayara Haverroth, Sueli de Paula e eu.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Eu e três de meus assessorados - foto histórica
Essa foto é de uma importância imensurável para mim. Em uma única foto,
tirada por meu filho Natan Haverroth, dia 01/02/2012, apareci junto com três de
meus assessorados. O detalhe é a importância dessas personalidades:sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Imprensa, cultura e meio ambiente fizeram história em 2011 em Vilhena, afirma IRPE
Mais um dia, mais vitórias
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
IRPE divulga lista parcial dos ganhadores do TOP 100/2011
Mais um dia e um breve resumo da semana
Esta semana foi atípica. Desde o domingo a gravidade me atormenta. Sinto que meia tonelada me aperta para baixo. Hoje eu me senti um pouco melhor. Tive até alguns momentos de alegria, apesar das trairagens e jogos de poder injustos e carregados de vaidade e arrogância.
Pela manhã estive na igreja Nossa Senhora Aparecida, a padroeira da cidade. Embora eu não seja mais católico desde os 14 anos, senti um grande desejo de participar da Santa Ceia. Por pouco não “peguei” a fila. Só não o fiz por medo da censura de algum irmão católico, e não servir de “pedra de tropeço” a ninguém. Minha consciência estava tranqüila, em comunhão com Deus. Creio na graça divina e ela não faz nenhuma acepção de pessoas. Meu amigo Natan sentiu o mesmo e só não foi cear porque eu não deixei. Pelo fato de ele ser Deputado e evangélico, temi que ele fosse mal interpretado pelos irmãos e isso seria ruim.Em momentos de descontração, na viagem para Cerejeiras, em companhia do amigo Natan Donadon, Mikeias, Marcinho e Pastor Campos, falamos um tanto sobre a graça divina. Pude até contar minha experiência com a Oaska.
Tive o privilégio de encontrar muitos amigos e conhecidos nos eventos que participei – a inauguração do quartel do corpo de bombeiros e a inauguração das arquibancadas do estádio da cidade de Cerejeiras.
Agora me sinto mais leve, sereno e minha auto estima começa a mostrar sinais. Hoje foi bom, mas amanhã será melhor, se Deus quiser!
sábado, 8 de outubro de 2011
Deus levou meu amigo José Alves
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Meus heróis NÃO morreram de overdose
terça-feira, 10 de maio de 2011
Correio de notícias muda de cara e de endereço
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Julio Olivar e Valdenir Jovino visitam Portinari Pálace
Nesta semana recebemos a visita do Superintendente de Turismo de Rondônia, o jornalista Julio Olivar, no Portinari Palace, em Vilhena. Julio esteve acompanhado do jornalista Valdenir Jovino, assessor de imprensa do governador e editor do jornal Folha do Sul.
Julio Olivar é um dos vilhenenses com maior prestígio junto ao governo do Estado. Em muitos de seus discursos por Rondônia afora, o governador Confúcio Moura cita Julio Olivar como um dos mais competentes profissionais de seu staff. Julio chegou a Vilhena no ano de 1998, ano em que começou a trabalhar no jornal Folha do Sul. Fomos colegas de trabalho na Folha por 10 anos.
Valdenir Jovino é um amigo de longa data: fizemos juntos o curso de capacitação de jornalistas da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) em 1997, a faculdade de jornalismo na Federal de Rondônia durante sete anos e quatro meses, trabalhamos juntos na prefeitura de Vilhena por seis anos e cursamos língua italiana juntos durante quatro anos. É uma longa história de companheirismo e respeito mútuo que as intrigas dos bastidores da política não afetarão jamais.
Ps: Jovino não aparece nas fotos porque estava por detrás da câmera.
Estive meio ausente de meu blog, mas voltei

Na verdade estive longe não apenas do meu blog, mas da famigerada sociedade apelidada “civilização”. Embrenhei na selva para visitar um velho amigo – um velho índio que conheci em uma de minhas viagens a Machu-Pichu.
Sempre que posso eu visito esse amigo na floresta para bebermos juntos um pouco oaska. Para quem não sabe, essa bebida feita de vegetais da Amazônia é um condutor para outro mundo, onde se pode ver com clareza cada detalhe da física e da química que, movida pelas forcas da divindade, produz cada malécula de vida nesse planeta. Mas a oaska pode nos levar além. Pode nos fazer entender a mente e o coração dos homens. A quão ínfima é a sabedoria do homem diante da sabedoria divina.
Enfim, voltei. Mas com certeza não ficarei por muito tempo, já que a vida é um relampejo. Uma grande viagem me espera, da qual não voltarei mais ao blog e nem a este mundo físico. Não tenho pressa. Pode demorar um minuto ou mais 50 anos. Tanto faz. Porque o tempo de vida é medido pela intensidade em que se vive.
Para quem viajou na seiva das plantas, nas gotas de orvalho, no olho da águia e nos raios de sol, entende que esta vida deve ser melhor aproveitada. Entende que ficar na frente a essa máquina fria interagindo com amigos virtuais, distantes e frios, não é tão interessante. É preciso viver melhor com os amigos de carne e osso, onde se pode sentir no sorriso, no aperto de mão e no abraço, que se está vivo. Sentir nas expressões o feedback do que se fala e se devolve em expressões o que se ouve.
Quando eu sumir novamente, já sabem: Viajei.
domingo, 10 de abril de 2011
Enviado – Café com Pastor Francis
Servimos juntos em uma missão profissional em 1997. O destino nos colocou novamente, em outra missão profissional, 10 anos mais tarde – em 2007. Agora estamos prestes a encarar outro desafio juntos. O projeto está no papel e se tornará público em breve. É uma honra para nós termos parceiros como o Pastor Francis Godoy em nossa network.
Porém, nessa visita do hoje, Francis Godoy não veio falar de trabalho. Veio trazer uma Mensagem Cristã, de paz e prosperidade ao Hotel Portinari. Eu e Sueli tivemos a honra da presença do enviado de Deus, com humildade, respeito e fé na mensagem.
Unir volta às manchetes negativas
O Laboratório de jornalismo que custou R$ 500 mil, encaixotado desde 2007 no Campus de Vilhena da Universidade de Rondônia (UNIR), ganhou novamente as manchetes na mídia. Desta vez o jornal Folha do Sul, edição impressa 869, em circulação nesde sábado, dia 09, deu destaque ao assunto com chamada de capa e ½ página de texto na página 15 do 1º caderno.
Segundo o texto, escrito pelo jornalista Carlos Macena, “A desmoralização do campus de Vilhena da UNIR caminha a passos largos com o despreparo administrativo e o desrespeito com o patrimônio Público. Professores desmotivados, alunos abandonando cursos e equipamentos encaixotados há anos compõem um caldo negativo que derrama cada dia um pouco sobre acadêmicos, funcionários e corpo docente”.
A matéria dá detalhes sobre o laboratório – equipamentos, custo e o desleixo da Universidade para com os equipamentos e alunos. Macena também fala dos conflitos existentes entre alunos, direção e professores a cerca do curso de jornalismo.
Se mergulharmos no passado da Unir, veremos a história de um outro laboratório que ficou encaixotado por dois anos antes de ser disponibilizado aos alunos. Foi o laboratório de informática, doado em 2002 pela prefeitura de Vilhena. Os 20 computadores mal começaram a serem usados e já estavam obsoletos.
O desleixo na Unir é uma antiga história que se desdobra a cada capítulo, cujo enredo inclui personagens bizarros e um ambiente hostil. O conjunto da obra poderia se chamar: “UNIR, o avesso do verbo”.
Diversos professores passaram pelo curso e foram embora. Uns por malandragem (passam no concurso e pediram transferência), outros não agüentaram a pressão, outros não sabiam para que serviam as salas de aula, outros deram aulas de redação sem conhecer texto jornalístico e forçavam alunos a transformarem fatos em textos científicos, traumatizando a muitos. Tem também o caso de Diretor que odiava jornalistas e trabalhou para que nada desse certo no curso de jornalismo.
Enquanto isso, os programas de rádio e TVs, tão criticados por professores da Unir, continuam sendo apresentados por jornalistas práticos, porque os formados pela Unir não estão preparados. Os jornais impressos e webjornais continuam sendo editados por profissionais forjados na prática, enquanto os jornalistas formados pela Unir estão em busca de concursos públicos, uns na área e outros não. Será que devemos acreditar naquele ditado: “Quem sabe faz, quem não sabe ensina”?
quinta-feira, 7 de abril de 2011
A política e o pelego
terça-feira, 5 de abril de 2011
A maior reserva de água doce de Rondônia está em Vilhena
A CPRM- Serviços Geológicos do Brasil, vêm implantar na cidade de Vilhena a Rede Integrada de Monitoramento das Águas Subterrâneas – RIMAS, através de poços de observação distribuídos no principal aquífero do estado de Rondônia - o Aquifero Parecis - onde estão localizados os poços tubulares com as maiores vazões de Rondônia, atingindo vazões de até 264 m³/h.



